
Muitos de nós guardam uma relação bastante profunda com seu celular. Tanto que até mesmo achamos impossível viver sem ele. Segundo a matéria da revista Época® desta semana, realmente não podemos. É o que diz uma pesquisa elaborada pelo Instituto Ipsos, em um acordo divulgado com exclusividade pela revista.
Segundo dados da pesquisa, os brasileiros na faixa de 16 a 24 anos fazem 30% mais ligações e mandam 50% mais mensagens de texto que a geração de 45 a 59 anos. E 30% dos jovens se sentem indesejados se o telefone não toca uma vez por dia.
Tudo isso é fruto das últimas revoluções tecnológicas, além das diversas maneiras como o ser humano vem encarando a tecnologia e a incorporando em seu dia-a-dia. O celular se tornou o buraco negro da tecnologia, e vai absorvendo cada vez mais funções oriundas de outros dispositivos. Como visto na matéria anterior, Convergência hoje, o celular se tornou um dispositivo realmente multifuncional e convergente, absorvendo câmera digital, comunicação por voz, texto e imagens, jogos, agenda, produtividade, uma plataforma computacional para os mais diversos fins, players de áudio e vídeo, etc. Tal incremento de recursos, e o fato de sua extrema portabilidade, tornaram o celular essencial para uma ampla gama de pessoas, de estudantes a executivos, passando por médicos (que, através de programas especializados, podem registrar os dados dos prontuários no próprio aparelho), vendedores (sistemas de vendas móveis são um excelente nicho de clientes), consultores (que podem ter sua agenda e lista de clientes sempre à mão) e outros tipos de profissionais.
O comportamento dos mais jovens também mudou bastante com o advento do celular. Como utilizam mais o aparelho, se sentem mais confortáveis que os mais velhos na hora de atendê-lo em lugares públicos. Já os mais velhos são mais reservados e desligam o celular quando os acham inoportunos.
De toda maneira, este pequeno aparelho (que já chegou a pesar um quilo, quando foi criado por Martin Cooper), já faz parte de nossas vidas. A mobilidade veio para ficar e agora, só nos resta esperar pelas próximas revoluções tecnológicas, e ver o que vai acontecer.
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